Irrompes atrás do rumo das crianças,

festa para meus olhos.

Pudesse livrar-te da tristeza,

pudesse livrar-te do silêncio,

violentaria o tempo cruel e lerdo

e seria amor que não acaba.


Marcas no teu rosto de homem,

muralha de luto.

És homem e lua.

Tão longe, tão próximo.

21/09/1987

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Lua Rouxinol

        1999 Adaptação para teatro do livro “Capitães da Areia” escrito por Jorge Amado (1912 -     ), Editora Record, 64 a edição, Rio de...