POLI
– AMOR
mas
que enorme alienação!
Da
mais valia, da inflação,
dos
atravessadores e da repressão...
… se mais vale minha comoção
diante
da inflacionada emoção
que
atravessou meu bom amor.
Nem
sequer ligo a televisão
para
ver os el cids da vida
a
anunciar a queda do cruzeiro.
Ligo
as portas poéticas da ilusão,
para
assistir a queda cilíndrica
da
anunciação amoralista.
Parto
no cruzeiro dos espectros,
enterrados
nos túmulos do tempo
e
sistemática desenterro O Capital.
Carls
– angels – Jung ou Marx
confluem
no meu saber cerebral,
enquanto
jasmins murcham no meu coração.
Com
papel carbono e perfex
seco
as manchas de tinta no meu colchão,
derramadas
no interlúdio da noite.
Involução
da evolução doada por Darwin,
que
Hegel aprisionou numa estrutura filosófica,
melam
meu beijos resguardados de bocas.
Levanto
minha ira contra o deus dos cristãos,
que
mais entende de partidos políticos,
do
que de um soluço triste e saudoso.
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